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Dados do Usda, junho 2018

Durante o período de 2015-2016, também tivemos preços deprimidos na bolsa de Chicago. Reparem que o Usda não dá importância a essa “guerra comercial” entre EUA e China e segue aumentando a previsão de importação daquele país. Será que a instituição americana está tentando enganar os produtores norte americanos? Ou será que somos nós brasileiros que estamos a nos enganar? rpprppCabe ressaltar aí que a dificuldade está no equacionamento dos anos safra, sul e norte americano. Ano safra deles com estoque brasileiro no final de setembro em 23 mi de toneladas e ano safra do Brasil com estoque de pouco mais de 500 mil toneladas. É possível saber onde está o enrosco? Sim, é possível, para isso basta acompanhar os dados de exportação de soja da Secex até o final do ano e compara-los,  tirando daí a conclusão.

Fonte das tabelas: site da Fiesp.

 

Safra 2017/2018 tem mais soja e menos milho. A safra de soja brasileira totalizou 117 milhões de toneladas

Safra 2017/2018 tem mais soja e menos milhoUma estimativa da Inteligência de Mercado da consultoria INTL FCStone apontou um aumento de 2,5% na safra de soja e uma diminuição significativa no volume de milho colhido. Os dados têm como base a revisão do mês de maio e fazem referência a safra 2017/2018 da oleaginosa e a safrinha do cereal.

O término da colheita de soja resultou em um rendimento total de 117 milhões de toneladas do grão no País. De acordo com a INTL FCStone, esse número significa um ganho de 1 milhão de toneladas em relação ao mês de abril, consolidando uma média de 3,34 toneladas por hectare e elevando as exportações, que devem chegar a 70 milhões de toneladas. Ana Luiza Lodi, analista de mercado do grupo, afirma que o rendimento poderia ter sido maior. “Alguns problemas pontuais, principalmente no Sul do país, com destaque para a falta de chuvas em áreas do Rio Grande do Sul, acabaram limitando um aumento ainda maior da produtividade média nacional”, comenta.

Já a falta de chuva em determinadas épocas do ano fez a produtividade do milho ter queda na safrinha, tendo um corte de 2,57 milhões de toneladas em relação ao mês anterior, contabilizando um total de 60,5 milhões de toneladas, 20% a menos se comparado ao último verão. “Houve diminuição do potencial de produtividade em grandes estados produtores, como Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. Como ocorreram atrasos no plantio, uma parte importante das lavouras passou por fases importantes de desenvolvimento, em que bons volumes de água são necessários, na segunda quinzena de abril, em meio a níveis de precipitação consideravelmente abaixo do normal para o período”, afirma a INTS FCStone.

Mesmo com produção de milho menor que no ano passado, as exportações não devem ser afetadas devido à quebra da safra argentina. A estimativa é de que o montante final chegue a 11,8 milhões de toneladas, número considerado dentro da estimativa para a época.

Fonte: INTL FCStone

Análise gráfico diário soja

rNesse gráfico temos a mesma retração que a que está no gráfico abaixo, a diferença é que cada barra dessas representa um dia nesse gráfico e uma semana no que está abaixo. Como podem ver a configuração do gráfico muda conforme mudamos o tempo gráfico. Esse gráfico sinaliza que é possível, não provável, que o preço vá até os 10,20 atingindo a retração de  0,50%, ou mesmo na região dos 10 dólares que é a retração dos 0,61%. Se houver o movimento de queda e for forte o preço vai parar no mesmo valor do inicio do ano que é em torno de 9,40.

Nova análise do gráfico semanal soja

rVemos no gráfico semanal acima uma retração de Fibonacci do inicio do ano para cá. Na semana passada o preço caiu por conta de boataria, sendo que nessa semana encerrada ontem o preço voltou a se recuperar, porém sem muita força. A região de 10,48 é região de resistência. Para que o preço volte na região dos 10,80 é necessário portanto que rompa aquela retração de 0,21% do gráfico semanal. Para uma recuperação mais rápida o preço deve fechar a próxima semana no topo da retração, os 10,80, ou acima.