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Voto Distrital

Esse poderia ser o mapa dos 513 distritos do Brasil. Cada distrito elege um deputado federal numa eleição majoritária em dois turnos.

É fácil de implementar e baratearia o custo eleitoral brutalmente permitindo que a classe média entrasse com mais facilidade para as assembléias. O candidato deve morar no distrito o que o aproximaria do seu eleitorado.

Os distritos seriam determinados por cada estado, todo ano, de acordo com a população e perfil social de cada microrregião. Distrito com muita gente é menor que distrito com população esparsa.

Como cada distrito tem a mesma população, todo voto vale igual, não importando a região. Isso acabaria por vez com essa distorção que votos de eleitores no sul e sudeste valem menos que norte e nordeste.

Os orçamentos e legislações seriam representadas por distritos para garantir serviços públicos relativos aos tributos cobrados.

Com o voto distrital dá pra se implementar o recall de mandato e dar ao povo local o “voto de não confiança” em deputados desafetos com muita rapidez.

Esse modelo não é novo. É o mais antigo modelo democrático do mundo ocidental. Os países que o retiveram e o aprimoraram são hoje países extremamente democráticos.

Os países que caíram no canto da sereia resolveram inventar novos modelos, hoje são menos democráticos. O Brasil foi um deles. Estou disponível nos comentários para esclarecer mais sobre esse modelo.

Se você, como eu, já está convencido compartilhe com seu candidato a deputado federal e EXIJA dele compromisso com esse modelo. Essa é a peça prioritária para qualquer reforma política.

Screenshot_5Por Luiz Phillipe de Orleand e Bragança.

China desvaloriza a moeda

Desde que a China falou em “guerra comercial” com os EUA e prometeu adotar uma série de “medidas abrangentes”, no último dia 19, o Banco do Povo da China (PBoC) vem enfraquecendo o yuan sistematicamente e anunciou um corte no compulsório bancário pela segunda vez este ano, informa a corretora Terra Investimentos. A desvalorização do yuan compensa em parte o impacto das tarifas mais altas dos Estados Unidos nos produtos chineses, ao reduzir o custo das importações em dólar, mas pode ter impacto sobre a inflação  chinesa no médio prazo.

Hoje, o PBoC conduziu o yuan para seu menor nível em seis meses em relação ao dólar por meio da chamada taxa de paridade. Os investidores estrangeiros retiraram recursos hoje das bolsas da China continental e de Hong Kong, temendo o impacto da tendência de queda do yuan nos lucros corporativos. Com isso, o dólar se valoriza nos mercados internacionais.

Fonte: ADVFN

Política Brasil – Destaque para potenciais alianças de Ciro com o Centro

O Estadão ressalta hoje que PP e DEM avaliam aliança com Ciro para evitar ficar na oposição em 2019. O racional seria que se feita a aliança e Ciro passar ao segundo turno, bom para eles, se não, a expectativa seria que Alkmin recorreria à centro-direita de qualquer jeito. Dito isso, ainda há muitas dúvidas, especialmente considerando a afinidade ideológica do DEM com os Tucanos. O PT lança hoje candidatura de Lula em Minas, com direito a nova carta de Lula.

Pesquisa política XP – Bolsonaro ainda lidera

Em pesquisa realizada pela XP, o deputado Jair Bolsonaro (PSL), apresenta 23% de intenção de votos na pesquisa estimulada sem Lula, seguido de Marina Silva com 13%, Ciro Gomes com 11% e Geraldo Alckmin com 9%. Ciro Gomes foi único candidato a avançar acima da margem de erro, subindo 5% e passando Geraldo Alkmin. A pesquisa testou pela primeira vez cenário no qual Haddad é apoiado por Lula, que levou a um crescimento de 3% para 11% (e neste cenário Ciro teria 9%). Nas simulações de 2º turno: Bolsonaro lidera com 34% ante 29% de Alckmin; Marina teria 36% ante 35% de Bolsonaro; Ciro apresenta 32% ante 29% de Alckmin; Bolsonaro lidera com 35% se disputar contra Ciro que teria 33%.

O BRASIL TRAÍDO (parte I)

Desde 1822, graças ao Príncipe Regente D. Pedro e José Bonifácio, o Brasil foi entregue aos movimentos revolucionários e segue sendo governado por seus próceres. De lá para cá, governo após governo, o país foi submetido a uma estatização gradual, contínua, lenta, executada de modo silencioso, quase imperceptível. A estatização foi conduzida em nome da “sociedade”, mais Estado em nome do povo. A estratégia seguida de “fidelização” do povo ao Estado foi criar um aparato de funcionalismo público com salários estratosféricos e benesses nababescas de modo que, nenhum deles possa se insurgir contra o Estado, pois, correm o risco de terem de cortar na própria carne e, o egoísmo humano não permite isso. A estratégia seguida de “fidelização” dos empresários ao Estado foi torná-los sócios dos políticos e das licitações públicas, processo vantajoso porque desobriga as empresas de serem competitivas e de investirem em tecnologia e planos de carreira. A estratégia seguida de “fidelização” dos pobres foi criar programas sociais em cima de programas sociais a ponto de as crianças sequer terem de estudar porque passam de ano sem esforço, pois é proibido reprovar. Assim, tanto o povo, quanto as classes média e alta dependem do Estado.

Todo esse cenário tem um agravante: o povo não tem consciência que o país é socialista-comunista. Uma vez que lhe falta a consciência de si, da sua história e cultura todos os remédios são cabíveis, mas, nunca os verdadeiros.

Desde 1822, NUNCA tivemos uma facção política verdadeiramente tradicional, conservadora ou no máximo de direita, como se pode ver mesmo em Portugal, na Inglaterra ou nos EUA.

Autor: Loryel Rocha