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Desempenho de moedas e commodities

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Fique por dentro das 5 principais notícias desta semana

© Reuters.  Fique por dentro das 5 principais notícias do calendário econômico desta semana
© Reuters. Fique por dentro das 5 principais notícias do calendário econômico desta semana

Investing.com – Nesta semana, os participantes do mercado estarão prestando atenção a um discurso muito esperado da presidente do Banco Central dos EUA (Fed), Janet Yellen, na segunda-feira, para mais pistas sobre o momento da próxima alta de taxas nos EUA.

Essa última semana antes da reunião do Fed nos dias 14 e 15 de junho é relativamente leve no que diz respeito a dados, com a maioria do foco propenso a cair sobre o sentimento do consumidor na sexta-feira para avaliar a saúde da economia.

Enquanto isso, a China deve divulgar dados sobre comércio e inflação em meio às atuais preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo.

Fora do G7, os traders estão aguardando anúncios sobre a política monetária do Banco Central da Austrália na terça-feira e do Banco Central da Nova Zelândia na quarta-feira.

Antecipando-se à próxima semana, a Investing.com compilou uma lista dos cinco maiores eventos do calendário econômico que podem afetar os mercados.

1. Pronunciamento da presidente do Fed, Janet Yellen

A presidente do Fed, Janet Yellen, deve fazer um pronunciamento sobre a perspectiva econômica e a política monetária no World Affairs Council of Philadelphia, às 16h30min. GMT, ou 12h30min. ET, na segunda-feira.

Seu discurso poderia assumir uma maior importância após o relatório pessimista da semana passada sobre as folhas de pagamento não agrícolas.

2. Sentimento do consumidor dos EUA da Universidade de Michigan

A divulgação do índice preliminar sobre o sentimento do consumidor da Universidade de Michigan prevista para às 14h GMT, ou 10h, na sexta-feira deve cair para 94,0, de 94,7 em maio.

Os participantes do mercado estão prestando atenção aos números da confiança do consumidor nos últimos meses para avaliar a saúde da economia.

3. Dados de comércio da China

A China deve divulgar dados sobre o comércio para maio às 03h GMT na quarta-feira, ou às 23h ET, na terça-feira. O relatório deve mostrar que o superávit comercial do país ampliou para US$ 58,0 bilhões no mês passado de US$ 45,6 bilhões em abril.

As exportações chinesas em maio fevereiro devem cair 3,6% em comparação com o ano anterior, após uma queda de 1,8% há um mês, ao passo que as importações devem cair 6,0 %, após terem caído 10,9% em abril.

Na quinta-feira, a China deve publicar relatórios sobre a inflação de preços ao consumidore produtor para maio. Os dados devem mostrar que os preços ao consumidor subiram 2,3% no mês passado, ao passo que os preços ao produtor devem cair 3,3%.

4. Decisão de taxa do Banco Central da Austrália

A mais recente decisão da taxa de juros do Banco Central da Austrália (RBA) deve ser divulgada na terça-feira 4h30min. GMT, ou 00h30min. ET. A maioria dos economistas não espera nenhuma mudança de política, após o banco central ter supreendido com um corte de 25 pontos-base na sua última reunião, para uma baixa histórica de 1,75%, em um esforço para impulsionar a inflação e estimular a atividade econômica.

5. Atualização de política monetária do Banco Central da Nova Zelândia

O Banco Central da Nova Zelândia deve fazer a atualização da política monetária às 21h GMT, ou 17h ET, na quarta-feira. Os especialistas do mercado estão divididos sobre se o banco RBNZ fará movimentos sobre as taxas, com alguns prevendo um corte de 25 pontos base, para uma baixa recorde de baixa de 2,0%, ao passo que outros não esperam nenhuma mudança.

Fique atualizado sobre todos os eventos econômicos desta semana, visitando:http://br.investing.com/economic-calendar/

Fique por dentro das 5 principais notícias desta semana
 

Consultoria eleva previsão de safra de trigo da Rússia para 63,5 mi t

© Reuters.  Consultoria eleva previsão de safra de trigo da Rússia para 63,5 mi t© Reuters. Consultoria eleva previsão de safra de trigo da Rússia para 63,5 mi t

MOSCOU (Reuters) – A Rússia, importante exportador de trigo, poderá colher 63,5 milhões de toneladas do grão em 2016, estimou nesta segunda-feira a importante consultoria russa IKAR, elevando em 1 milhão de toneladas a previsão para a temporada.

A estimativa para a safra total de grãos em 2016 permaneceu inalterada em 107 milhões de toneladas, disse a empresa.

Por Polina Devitt.

Moeda chinesa cai para o valor mais baixo em mais de cinco anos

Da Agência Lusa

O Banco Central chinês anunciou hoje (30) a desvalorização do yuan (a moeda chinesa) para a cotação mais baixa em mais de cinco anos, em relação ao dólar norte-americano, no momento em que se espera uma subida das taxas de juros nos Estados Unidos.

Segundo as cotações do Banco Central, o dólar valia hoje 6,5784 da moeda chinesa. Trata-se da cotação mais baixa do yuan desde fevereiro de 2011.

A moeda chinesa não pode ser convertida inteiramente, sendo que o seu valor diante de um pacote de moedas internacionais pode variar, no máximo, 2% ao dia.

“O yuan vai sofrer uma depreciação gradual”, disse à agência de notícias Bloomberg o economista Song Yu, da Goldman Sachs.

“O principal motivo para essa desvalorização será um dólar mais forte, devido às expectativas de que o FED [Federal Reserve, o Banco Central norte-americano] suba as taxas de juros”, acrescentou.

Na semana passada, a presidenta do FED, Janet Yellen, indicou, durante discurso na Universidade de Harvard, que as taxas de juros vão aumentar em breve.

Em agosto, o yuan caiu quase 5% em uma semana, aumentando o receio de que Pequim esteja tentando desvalorizar a moeda para ganhar competitividade, mas as autoridades têm rejeitado essa possibilidade.

Venezuelanos vão pagar dez vezes mais pelo preço da farinha de milho

Da Agência Lusa

Os venezuelanos vão ter de pagar dez vezes mais pelo preço do quilo de farinha de milho, mais caro que o valor pedido pela Associação Venezuelana de Milho (AVM), segundo listagem publicada hoje (24) pela Superintendência de Preços Justos do país.

Segundo a tabela divulgada oficialmente, o quilo de farinha de milho pré-cozida passa de 19 para 190 bolívares por quilo. A AVM pedia ao Executivo um ajuste para 115 bolívares.

É tradição na Venezuela comer diariamente, no pequeno almoço, uma ou duas “arepas”, uma massa redonda e achatada de milho, que depois de frita ou assada é usada como se fosse pão e que à hora de ir para a mesa é recheada com fiambre, queijo, peixe ou carne.

Nos primeiros dias de março de 2016, a AVM pediu ao governo venezuelano que permitisse aumentar o preço da farinha de milho para 115 bolívares o quilo, para assim poder “pagar a colheita a preços adequados aos produtos nacionais, para gastos adicionais, peças para a reparação de maquinaria e material para empacotar”.

Dados não oficiais mostram que cada venezuelano consome 34 quilos de farinha de milho por ano.

Com frequência, os venezuelanos queixam-se de dificuldades para conseguir a farinha de milho pré-cozida, num mercado cada vez mais marcado pela escassez de produtos básicos.

Por outro lado, os empresários queixam-se de que a produção nacional não é suficiente e que há dificuldades no acesso a divisas para importar o produto, devido ao sistema de controle cambial que vigora desde 2003 no país e que impede a livre obtenção local de moeda estrangeira.

Alguns dos produtos escassos estão acessíveis por meio dos ‘bachaqueros’ (vendedores informais ou mercado negro) onde um quilo de farinha de milho pode chegar a custar 1.400 bolívares (125 euros), dependendo da demanda.