Arquivo da categoria: Avicultura

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA JULHO 2018 – 1ª semana – comparação com julho 2017

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Fonte: Secex

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China impõe tarifas sobre importação de frango brasileiro.

Segundo o Ministério do Comércio, a China implementará medidas antidumping temporárias sobre as importações de frango do Brasil a partir de 9 de junho. Os importadores que compram frango brasileiro deverão fazer depósitos que variam de 18,8 a 38,4% do valor. Para JBS (Seara) a tarifa ficará em 18,8%, enquanto o depósito exigido da BRF será
de 25,3%. De acordo com o Ministério de Comércio Chinês, a quantidade de produtos importados e a participação do Brasil aumentaram continuamente, reduzindo drasticamente os preços e causando danos à indústria doméstica chinesa. O Brasil respondeu por mais de 50% do fornecimento de produtos de frango para a China, o segundo maior consumidor mundial de aves, entre 2013 e 2016. A decisão chega num momento difícil para a indústria do frango no Brasil e é negativa para BRF e JBS – a China representa 11% do volume de frango exportado pela BRF. Além disso, a medida ocorre enquanto os Estados Unidos pressionam para recuperar acesso ao mercado chinês de frango, dentro das atuais discussões de tarifas comerciais. Em fevereiro, o Ministério do Comércio da China removeu uma tarifa sobre frangos importados dos EUA.

Fonte: XP

FRANGO/CEPEA: preços do vivo e da carne se recuperam

 

Um início de ajuste entre oferta e demanda tem sustentado as cotações do frango vivo e da carne em muitas regiões acompanhadas pelo Cepea. Vale lembrar que o movimento de queda foi iniciado em dezembro de 2017 e, portanto, essa elevação atual é uma recuperação.

Com as desvalorizações seguidas do animal vivo, produtores reduziram o ritmo do alojamento, com o objetivo de diminuir a disponibilidade do frango. Além disso, neste início de mês, as vendas da carne estão aquecidas, favorecidas pelo recebimento dos salários.


Fonte: CEPEA
Autor: Redação

Preços do vivo e da carne se recuperam

Cepea, 11/05/2018 – Um início de ajuste entre oferta e demanda tem sustentado as cotações do frango vivo e da carne em muitas regiões acompanhadas pelo Cepea. Vale lembrar que o movimento de queda foi iniciado em dezembro de 2017 e, portanto, essa elevação atual é uma recuperação. Com as desvalorizações seguidas do animal vivo, produtores reduziram o ritmo do alojamento, com o objetivo de diminuir a disponibilidade do frango. Além disso, neste início de mês, as vendas da carne estão aquecidas, favorecidas pelo recebimento dos salários.

UE proíbe importação de 20 frigoríficos brasileiros

© Reuters. Peça de carne com etiqueta em que se lê (Reuters) – Os Estados-membros da União Europeia decidiram, por unanimidade, nesta quinta-feira proibir as importações de produtos de carne, principalmente aves, de 20 estabelecimentos brasileiros autorizados a exportar para o bloco europeu, disse a Comissão Europeia em comunicado. A medida foi adotada em razão de “deficiências detectadas no sistema de controle brasileiro oficial”, disse a Comissão. A decisão entra em vigor 15 dias após sua publicação no diário oficial da União Europeia. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, a ação europeia atinge 12 fábricas da BRF (SA:BRFS3), dona das marcas Sadia e Perdigão. Procurada, a BRF não se manifestou sobre o assunto. A empresa encerrou 2017 com prejuízo líquido de cerca de 1 bilhão de reais e enfrenta na próxima semana assembleia de acionistas que deve ser marcada pela troca do conselho de administração, hoje presidido pelo empresário Abilio Diniz. Na véspera, o presidente da Petrobras (SA:PETR4), Pedro Parente, afirmou que aceitou o convite de Diniz para ser indicado à presidência do conselho da BRF. O vice-presidente de Mercados da ABPA, Ricardo Santin, disse à Reuters nesta quinta-feira que um total de nove empresas foram afetadas pelo descredenciamento da UE. De acordo com fonte com conhecimento do assunto, a decisão não afeta unidades da JBS (SA:JBSS3), nem da Seara, marca controlada pela processadora de carne. As ações da BRF subiam 2,9 por cento às 13:39, perdendo fôlego ante o pico de 10 por cento alcançado mais cedo, antes do anúncio da UE. Já os papéis da JBS tinham oscilação positiva de 0,1 por cento. Marfrig (SA:MRFG3) exibia queda de 1,7 por cento e a Minerva (SA:BEEF3) avançava 0,5 por cento. No mesmo horário, o Ibovespa tinha queda de 0,1 por cento. (Por Samantha Koester, em Bruxelas, e Ana Mano, em São Paulo)

Frango/Cepea: cotações da carne encerram o mês em patamar recorde

Os preços da carne de frango negociada no atacado da Grande São Paulo encerram setembro nos maiores patamares nominais da série do Cepea, iniciada em 2004 para o produto. A carcaça resfriada e a congelada registram média de R$ 4,56/kg neste mês (até o dia 29).

Segundo pesquisadores do Cepea, a queda na produção, associada a um aquecimento recente nas exportações, já vinham reduzindo a disponibilidade interna da carne, elevando as cotações. Em setembro, o impulso veio ainda do aumento nos preços da carne bovina. Em relação a agosto, a valorização do frango resfriado é de 3,1%, e a do congelado, 4,4% no atacado paulista.

 

Fonte: Cepea

Embarques de carne de frango: o melhor maio de todos os tempos

Embarques de carne de frango: o melhor maio de todos os temposAssim, enquanto nos 12 meses anteriores a média exportada ficou em 339.733 toneladas, o volume embarcado em maio foi de 353.919 toneladas, resultado que, embora 6,5% inferior ao do mês anterior, corresponde a um aumento de mais de 21% sobre maio de 2015. Esse foi, também, o maior volume já registrado para o mês de maio.

A destacar, também, a recuperação paulatina do preço médio, processo que vem se mantendo nos últimos quatro meses. Agora, o valor registrado – US$1.497,85/t – alcança o maior nível observado desde novembro do ano passado. Mas ainda que isso represente valorização de mais de 6% sobre o mês anterior, persiste redução próxima de 12% em relação ao preço médio de maio de 2015.

A alta mensal no preço médio teve o condão de neutralizar a queda no volume embarcado no mês. Assim, a receita cambial, embora ligeiramente inferior (-0,60%), manteve-se no mesmo nível da registrada em abril passado. Ao mesmo tempo (graças ao aumento de volume e apesar da redução no preço médio) registrou-se aumento de 7% sobre o mesmo mês do ano passado.

Com os embarques de maio, o volume de carne de frango in natura acumulado nos últimos 12 meses atinge novo recorde, aproximando-se dos 4,150 milhões de toneladas. Isso corresponde a um aumento de quase 15% sobre idêntico período anterior.

Fonte: Avisite

FRANGO/CEPEA: Oferta elevada e demanda reduzida pressionam cotações

Cepea, 3 – A oferta superior à demanda vem pressionando as cotações do pintainho, do animal vivo e da carne em praticamente todas as praças acompanhadas pelo Cepea. O elevado valor dos insumos (como milho e farelo de soja) tem feito com que indústrias encurtem o tempo de engorda dos animais, ofertando mais aves no mercado, ainda que fora do peso ideal. Além disso, algumas indústrias promoveram férias coletivas, reduzindo os dias de abate nas plantas. Uma vez que os animais já estão incubados ou em processo de engorda, essa situação faz com que a oferta fique ainda maior que a demanda. Assim, entre 29 de abril e 31 de maio, o frango vivo no mercado spot caiu 6,9% na Grande São Paulo, onde os animais foram negociados a R$ 2,49/kg. A maior queda do vivo, de quase 12%, foi registrada em Pará de Minas (MG), com o quilo a R$ 2,42, em média. Nessa mesma praça, o frango resfriado se desvalorizou 2,1%, negociado a R$ 3,58/kg, e o inteiro congelado caiu 2,6%, com o quilo a R$ 3,74/kg.

Fonte: Cepea –www.cepea.esalq.usp.br

FRANGO/CEPEA: Cotação do vivo é a mais baixa desde maio/15

HomeImprensa cepea@usp.br
Alertas de Mercado

FRANGO/CEPEA: Cotação do vivo é a mais baixa desde maio/15

  Cepea, 27 – As cotações do pintainho de um dia e do frango vivo seguem em queda nesta segunda quinzena de maio em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Os atuais preços dos pintainhos de um dia são os menores desde janeiro de 2013, em termos reais (valores foram deflacionados por IGP-DI de abril/16), em todas as praças pesquisadas pelo Cepea. As cotações reais do animal vivo neste mês, por sua vez, são as mais baixas desde maio/15 em todas as regiões. Enquanto os valores de todos os elos da cadeia estão em queda, os preços dos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) seguem em fortes altas, agravando a situação econômica do setor. Nesse cenário, indústrias vêm reduzindo os alojamentos, na tentativa de diminuir os custos, o que resulta em aumento de oferta de animais vivos para abate. Colaboradores afirmam que alguns avicultores já teriam desistido da atividade e que parte das indústrias alega diminuição nas margens.

(Fonte: Cepea –www.cepea.esalq.usp.br)