Arquivo mensal: julho 2018

Voto Distrital

Esse poderia ser o mapa dos 513 distritos do Brasil. Cada distrito elege um deputado federal numa eleição majoritária em dois turnos.

É fácil de implementar e baratearia o custo eleitoral brutalmente permitindo que a classe média entrasse com mais facilidade para as assembléias. O candidato deve morar no distrito o que o aproximaria do seu eleitorado.

Os distritos seriam determinados por cada estado, todo ano, de acordo com a população e perfil social de cada microrregião. Distrito com muita gente é menor que distrito com população esparsa.

Como cada distrito tem a mesma população, todo voto vale igual, não importando a região. Isso acabaria por vez com essa distorção que votos de eleitores no sul e sudeste valem menos que norte e nordeste.

Os orçamentos e legislações seriam representadas por distritos para garantir serviços públicos relativos aos tributos cobrados.

Com o voto distrital dá pra se implementar o recall de mandato e dar ao povo local o “voto de não confiança” em deputados desafetos com muita rapidez.

Esse modelo não é novo. É o mais antigo modelo democrático do mundo ocidental. Os países que o retiveram e o aprimoraram são hoje países extremamente democráticos.

Os países que caíram no canto da sereia resolveram inventar novos modelos, hoje são menos democráticos. O Brasil foi um deles. Estou disponível nos comentários para esclarecer mais sobre esse modelo.

Se você, como eu, já está convencido compartilhe com seu candidato a deputado federal e EXIJA dele compromisso com esse modelo. Essa é a peça prioritária para qualquer reforma política.

Screenshot_5Por Luiz Phillipe de Orleand e Bragança.