Arquivo diário: 28 de maio de 2016

Programa da ONU alerta : degradação ambiental causa 12 milhões de mortes por ano

Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil

Aproximadamente 23% de todas as mortes prematuras no mundo são causadas por problemas de degradação ambiental, com número estimado em 12,6 milhões de mortes no ano de 2012. Os dados estão no relatório Meio Ambiente Saudável, Povo Saudável (Healthy Environment, Healthy People, em inglês), lançado esta semana pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) durante a 2ª Sessão da Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unea), em Nairóbi, no Quênia, que terminou hoje (27).

O Pnuma ressalta que as diferenças regionais dessas mortes são grandes, indo de 11% nos países europeus que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e chegando a 28% no Sudeste Asiático. As principais causas evitáveis de morte que o Pnuma cita como ligadas ao ambiente são as doenças diarreicas, lesões causadas por atividades de risco ou situação de moradia insalubre, asma, malária, lesões de trânsito, infecções respiratórias, obstrução pulmonar crônica, doenças cardiovasculares, cânceres e doenças músculo-esqueléticas causadas por estresses e posturas incorretas no trabalho e atividades domésticas.

Poluição do ar
A principal causa de morte por degradação ambiental, segundo o Pnuma, é a poluição do ar, responsável por 7 milhões de falecimentos por ano. O professor Luiz Maia, do departamento de meteorologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em monitoramento da qualidade do ar, destaca que o problema é considerado uma emergência de saúde global, no momento em que o sistema do Rio de Janeiro está desligado.

“A gente precisa manter essa rede de monitoramento funcionado para gerar dados, haver estudos epidemiológicos. Por exemplo, a correlação, com a mortalidade é pouco conhecida no Brasil. Estudos de problemas respiratórios são feitos em todo o Brasil, mas mortalidade é uma coisa mais restrita porque há  dificuldade da informação. A qualidade da informação de mortalidade não é tão satisfatória para se fazer uma intercomparação com os dados gerados de qualidade do ar”.

De acordo com ele, o monitoramento é o primeiro passo para a gestão do problema, onde serão identificadas as causas da poluição para, a partir daí, serem elaboradas políticas públicas de mitigação. “Primeiro a gente precisa entender bem como funciona o problema de poluição do ar, para depois fazer como a Alemanha fez, que tinha uma rede enorme por todo o país. Eles mediram sistematicamente, constataram que determinados lugares não apresentavam determinados poluentes e otimizaram a rede, tirando de alguns lugares e levando para outros. Tudo o que está sendo medido é específico de acordo com a necessidade de cada lugar”.

O professor alerta que a população em geral é passiva quanto ao problema da poluição do ar e não percebe de imediato o mal que ela pode causar no médio ou longo prazo: “Falta à população a sensibilidade e a percepção de que está exposta a um ambiente insalubre. A gente vive normalmente, às vezes o ar incomoda, irrita um pouquinho, irrita a pele, suja a roupa, dá um desconforto, mas é um indicativo de poluição. É um efeito cumulativo e eu constatei em palestras que mais de 90% de todos os públicos, de estudantes a doutores, não tem essa percepção. Então fica complicado”.

Para Maia, o Brasil também precisa modernizar a sua legislação no que diz respeito aos indicadores de poluição, já que a regulamentação seguida no país é de 1990 (Resolução Conama 03/90) e desde então a Organização Mundial de Saúde (OMS) reviu para baixo os valores para considerar boa a qualidade do ar, com base em estudos epidemiológicos.

“As referências que nós temos aqui no Brasil são de uma média de 150 microgramas por metro cúbico para material particulado inalável em 24 horas. Mas a recomendação de curto prazo da OMS já é de 50 microgramas. Então, os níveis são mais restritivos. Por isso, há que se buscar uma condição para que haja o enquadramento dos níveis de qualidade do ar pelo menos às metas de curto prazo da OMS, porque isso é uma garantia de que haverá um mínimo impacto e efeito negativo na saúde da população”.

O relatório do Pnuma aponta que a implementação de medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa pode salvar a vida de 2,4 milhões de pessoas por ano até 2030.

Edição: Jorge Wamburg

 

FRANGO/CEPEA: Cotação do vivo é a mais baixa desde maio/15

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Alertas de Mercado

FRANGO/CEPEA: Cotação do vivo é a mais baixa desde maio/15

  Cepea, 27 – As cotações do pintainho de um dia e do frango vivo seguem em queda nesta segunda quinzena de maio em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Os atuais preços dos pintainhos de um dia são os menores desde janeiro de 2013, em termos reais (valores foram deflacionados por IGP-DI de abril/16), em todas as praças pesquisadas pelo Cepea. As cotações reais do animal vivo neste mês, por sua vez, são as mais baixas desde maio/15 em todas as regiões. Enquanto os valores de todos os elos da cadeia estão em queda, os preços dos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) seguem em fortes altas, agravando a situação econômica do setor. Nesse cenário, indústrias vêm reduzindo os alojamentos, na tentativa de diminuir os custos, o que resulta em aumento de oferta de animais vivos para abate. Colaboradores afirmam que alguns avicultores já teriam desistido da atividade e que parte das indústrias alega diminuição nas margens.

(Fonte: Cepea –www.cepea.esalq.usp.br)

Atmosfera controlada deve reduzir perdas

Novo sistema que monitora o nível de oxigênio dos alimentos pode elevar o prazo de validade em até 50% e manter nutrientes. Dificuldade é falta de capacitação

Um novo sistema de armazenamento de frutas e hortaliças promete aumentar em mais de 50% a durabilidade e ainda manter os nutrientes dos produtos, reduzindo os prejuízos da produção no pós-colheita.

Isso só é possível com a redução do nível de oxigênio e aumento do gás carbônico. Com o nome de “atmosfera controlada”, o sistema altera, através de software, o nível dos gases que passam pelas frutas. Para se ter ideia, em um sistema de controle de temperatura tradicional uma maçã dura até sete meses. Com o sistema de atmosfera controlada – já utilizado pela indústria – esse prazo chega a um ano.

“Esse tipo de tecnologia permite não só armazenar, mas também transportar alimentos com prazo maior de vencimento”, afirmou o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Clima Tempe- rado, Rufino Fernando Flores Cantillano.

A Embrapa adquiriu, no começo deste mês, dois sistemas para armazenamento dos produtos. Segundo Cantillano, a ideia é desenvolver pesquisas nos próximos quatro anos para ampliar os alimentos a serem beneficiados e saber o nível mínimo de oxigênio a ser utilizado, visando ampliar ainda mais a durabilidade dos produtos.

Redução das perdas

Dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês) apontam que as perdas para os produtores no período de pós-colheita variam de 30% a 40% da produção total.

O diretor da Kalfritec, empresa de refrigeração industrial, Altamiro Guimarães, estima que das 1,2 milhão de toneladas anuais da produção de maçã, de 500 a 600 mil toneladas passam pela armazenagem de atmosfera controlada e outras 30 mil toneladas utilizam o sistema de atmosfera controlada dinâmica.

“O que se quer saber é qual o nível mínimo de oxigênio que a fruta consegue sobreviver sem deterioração. Esse novo método é a grande evolução a nível mundial e que se quer ampliar no Brasil”, afirmou.

A diferença entre os dois sistemas é que, na atmosfera controlada, o nível de oxigênio pode chegar até 1,5%, enquanto na atmosfera controlada dinâmica isso chega a 0,5% – o que determina o nível de deterioração do produto.

Essa técnica também pode ser utilizada para outras frutas como pêra, cereja, ameixa, morango. No caso do pêssego, o tempo de conservação aumenta das três semanas no modelo tradicional, para cinco semanas com a atmosfera controlada.

A dificuldade para a adesão em massa dos produtores brasileiros a esse tipo de tecnologia é a falta de mão de obra qualificada, segundo o diretor da Embrapa. “É preciso ter produtores mais capacitados para trabalharem com esse tipo de sistema” disse.

Por outro lado, a evolução da inteligência nos institutos de pesquisas pode dar mais segurança à indústria. “O que se busca agora é que os dados pela Embrapa ofereçam um suporte de segurança maior”, declarou o diretor da Kalfritec, Altamiro Guimarães.

Fonte: DCI

 

Carnes pautam viagem de Blairo Maggi à China

O novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, parte nesta semana para a China, onde tentará dar prosseguimento às negociações comerciais iniciadas na gestão de sua antecessora, Kátia Abreu, com o objetivo de abrir mercado para os produtos do agronegócio brasileiro.

Maggi chegará a Pequim no dia 1º de junho, já para uma reunião com autoridades da Aqsiq, órgão do governo chinês responsável pela defesa agropecuária do país. Na ocasião, o ministro deverá acertar a vinda ao Brasil, ainda neste ano, de uma missão de fiscais chineses para inspecionar dezenas de plantas industriais de carnes bovina, de frango e suína de empresas que reivindicam habilitação para exportar para o país asiático.

O número de unidades industriais ainda será negociada com a China nesse encontro, mas será definido dentro de uma lista contendo mais de 100 frigoríficos.

A investida que poderá render resultados mais rapidamente, porém, é para que sete frigoríficos – seis de carne de frango e um de suína – que “deviam” alguma documentação, mas que já regularizaram a situação, sejam habilitados por Pequim. Essas plantas já foram inspecionadas em 2012 pelos chineses e aguardam apenas a liberação oficial.

Em todos os casos de novos frigoríficos que pleiteiam o sinal verde do governo chinês, os trâmites burocráticos são menores e não é necessária a edição de um novo certificado ou protocolo sanitário. A equipe técnica da área internacional do ministério brasileiro já encaminhou todas as solicitações exigidas pela China.

No dia 3, Blairo Maggi também deverá participar de um encontro com os ministros de Agricultura do G-20, grupo que reúne os 20 países mais desenvolvidos do mundo, onde também terá agendas bilaterais com autoridades da Argentina, do Japão, da Rússia e da Coreia do Sul.

O Brasil também reivindica a abertura do mercado sul-coreano para a carne suína, processo que está no estágio final de negociações, de acordo com uma fonte do Itamaraty. Trata-se de uma demanda antiga do Ministério da Agricultura, articulada há anos.

Dentre outras ofensivas na área comercial, o novo ministro também tentará destravar a esperada permissão para que produtores e empresas brasileiras possam enfim embarcar milho para a China. Há quatro anos, os dois países assinaram acordo que previa embarques do cereal pelo Brasil. Contudo, devido a uma série de exigências fitossanitárias impostas até hoje por Pequim, a autorização não foi efetivada. Para isso, o ministério quer acertar os detalhes pendentes.

A China é um grande produtor mundial de milho e atualmente conta com gordos estoques do cereal. Daí a demora, que também afeta outros exportadores.

Fonte: Valor

 

Conab – Chuvas de maio favorecem lavouras do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo

Informação foi divulgada no 5º Boletim de Monitoramento Agrícola

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgou o 5º Boletim de Monitoramento Agrícola deste ano. O foco desta edição é o monitoramento do milho 2ª safra, em desenvolvimento ou em fase reprodutiva. O boletim mostra que as chuvas de maio favoreceram as lavouras no Paraná, em Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Possíveis mudanças na previsão de safra estão sendo verificadas em campo e serão informadas dia 9 de junho, durante a divulgação do 9º Levantamento da Safra de Grãos.

Os dados de satélite apontam que o índice de cobertura vegetal desta safra está menor do que nos anos anteriores, na maioria das regiões produtoras desses estados, em função da falta de chuvas em abril, o que significa que parte das lavouras foi prejudicada.

Já nas regiões monitoradas de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e do Maranhão praticamente não choveu em maio, o que prejudicou parte das lavouras desde o mês de março, em função do déficit hídrico e das altas temperaturas em fases críticas do desenvolvimento. Isso, porém, já havia sido previsto no prognóstico climático do anúncio de grãos deste mês.

O Boletim de Monitoramento Agrícola avalia as condições atuais das lavouras, com base em dados de satélite, em decorrência de fatores agronômicos e climáticos recentes. Além de auxiliar nas estimativas de safra, o monitoramento também é utilizado como apoio às análises de mercado e gestão de estoques da Conab.

Clique aqui para acessar o estudo.

 

Financiamentos do Plano ABC chegam a R$ 12,5 bilhões

Valor corresponde a 27,5 mil contratos em todo o país, desde 2010 até abril deste ano

O Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) financiou contratos no total de R$ 12,5 bilhões desde o seu lançamento, em julho de 2010, até abril deste ano. Esse montante corresponde a 60,8% dos R$ 20,5 bilhões programados até julho de 2016, pelo governo federal, para crédito por meio do ABC. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Segundo o coordenador de Sistemas de Produção e Sustentabilidade, Elvison Ramos, os R$ 12,5 bilhões financiaram 27,5 mil contratos em todo o país nesse período. O valor médio dos contratos é de R$ 454 mil por produtor. A área brasileira ocupada com tecnologias do ABC soma 4,3 milhões de hectares.

O plano tem o objetivo de organizar e planejar ações voltadas à adoção de técnicas sustentáveis de produção, a fim de contribuir para a redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE) no setor agropecuário.

Financiamento
As linhas de crédito mais procuradas são as de recuperação de pastagens degradadas (RPD), sistema plantio direto (SPD), florestas plantadas (FP) e integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF). O ABC também tem financiamento para sistemas agroflorestais, junto com a ILPF, tratamento de dejetos animais e fixação biológica de nitrogênio.

Ainda de acordo com Ramos, o Centro-Oeste, com R$ 3,2 bilhões, é a região com maior volume de crédito investido em tecnologias do ABC, entre janeiro de 2013 e abril deste ano. Depois, aparecem o Sudeste, com R$ 2,8 bilhões; o Norte, com R$ 972 milhões; o Sul, com R$ 963,2 milhões; e o Nordeste, com R$ 826,3 milhões.

Entre os estados, o maior tomador de financiamento do ABC é Minas Gerais, com R$ 1,6 bilhão. Em seguida, aparece Goiás, com R$ 1,3 bi. São Paulo, com R$ 1,2 bi, é o terceiro. Mato Grosso do Sul, com R$ 974,3 milhões, é o quarto, e Mato Grosso, com R$ 899,4 milhões, o quinto. Atualmente, 21 estados têm planos ABC locais.

Na avaliação de Ramos, o plano vem desempenhando um papel importante no contexto da adoção de práticas e sistemas sustentáveis.

Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
imprensa@agricultura.gov.br

OIE reconhece Laboratório Nacional Agropecuário de SP como referência internacional

 

OIE reconhece Laboratório Nacional Agropecuário de SP como referência internacional

 

Brasília – O Laboratório Nacional Agropecuário de São Paulo (Lanagro-SP), localizado em Campinas, foi oficialmente reconhecido como referência internacional em diagnóstico de influenza aviária (gripe aviária) e doença de Newcastle. O anúncio foi feito durante a Assembleia de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), que termina nesta sexta-feira (27) em Paris.

“Com esta decisão, todos os diagnósticos feitos pelo laboratório terão validade mundial, o que vai dispensar o envio de amostras para outros países”, diz o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, que participa da reunião na França.

Até hoje, não havia nenhum laboratório de referência para as duas doenças na América Latina. A partir de agora, todos países latinos passam a contar com um centro de referência mais próximo.

“Esse reconhecimento foi feito por 180 países e representa a competência máxima para diagnóstico das duas enfermidades, que são altamente impactantes no comércio nacional e internacional de aves, seus produtos, subprodutos e material genético”, afirma Marques.

O Lanagro de São Paulo faz parte da rede de laboratórios do Mapa. Nos últimos anos, o governo federal investiu cerca de R$ 4 milhões por ano para manutenção de atividades da unidade. Em 2006, por exemplo, foram aplicados mais de R$ 1,2 milhão em equipamentos para implantação do laboratório de biologia molecular.

O Brasil é considerado livre de gripe aviária. Tanto esta enfermidade quanto a doença de Newcastle são de notificação obrigatória.

Fonte: Mapa

UE e Japão aceleram negociações e buscam assinar acordo de livre comércio ainda em 2016

UE e Japão aceleram negociações e buscam assinar acordo de livre comércio ainda em 2016

 

Ise-Shima (Japão) – Os líderes europeus que participam da Cúpula do G7, no Japão, e o governo do país asiático concordaram nesta quinta-feira hoje (26) em acelerar as negociações entre Tóquio e Bruxelas – cidade-sede da  União Europeia – para fechar um acordo de comércio livre ainda este ano.

“Pedimos aos nossos negociadores para acelerarem as conversações sobre o acordo de comércio livre e reafirmamos o nosso compromisso de fechar ainda em 2016”, afirmaram os líderes, em declaração conjunta emitida na cúpula, que acontece até sexta-feira (27). Angela Merkel afirma que G7 deve manter sanções à Rússia

A declaração foi assinada pelos líderes do Japão, Alemanha, França, Itália, Reino Unido e pelos presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu, também presentes no país asiático.

Os líderes destacaram a necessidade de “resolver todos os assuntos para chegar a um acordo, incluindo medidas tarifárias e não tarifárias”. A declaração também sublinhou a importância do acordo para “promover o crescimento estável” do bloco europeu e do Japão, assim como para a criação de emprego.

No início de março, a União Europeia e o Japão concluíram a sua 15ª ronda de negociações para um acordo de livre comércio. Não houve grandes progressos e ficou demonstrado que as posições de ambas as partes continuam distantes.

O Japão é o maior parceiro comercial da União Europeia na Ásia depois da China. O acordo poderá crescer a economia europeia entre 0,6% e 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto), assim como criar 400 mil novos postos de trabalho, segundo dados da Comissão Europeia.

Fonte: Agência Brasil