Terror Ambiental, o que os conservadores precisam saber. PARTIDO CONSERVADOR

Corria o ano de 1989, no dia 9 de novembro cai o maior símbolo do Comunismo (Socialismo) mundial: O Muro de Berlim. Durante anos o muro foi o símbolo da divisão do mundo entre socialistas e capitalistas (1961-1989), trazendo com ele milhares de mortes.

Após a 2º Guerra Mundial começa outra guerra: a Guerra Fria. A Alemanha, ao perder a guerra foi dividida em duas, a Alemanha Ocidental (capitalista) e a Alemanha Oriental (Comunista). Com a queda do muro e com o colapso da extinta URSS (União Soviética) era preciso que o movimento comunista se refizesse modificando sua roupagem e começando a atuar em outras frentes, uma dessas frentes foi o ambientalismo. Sem entrar no mérito do que foi realmente a Guerra Fria e as forças por trás dela, foco na questão ambiental. O que aconteceu realmente nesse período é explicado de forma clara e excepcional pelo Professor e Filósofo Olavo de Carvalho em vários textos e vídeos; como no texto “O que está acontecendo” e no vídeo “Nova Guerra Fria emergindo entre os EUA e a Rússia”.
Nos anos 70 havia uma preocupação sincera com o ambiente. Havia discussões em como equilibrar o avanço da civilização com a manutenção do meio. Cientistas e pessoas comuns preocupadas em cuidar do assunto procuravam formas de compreender nossa relação com o mundo levando em consideração nossas necessidades e as necessidades do ambiente. Porém, após a queda do Muro de Berlim, muitas viúvas comunistas de um mundo que ruiu, migraram com toda força para militância ambiental inserindo o marxismo como metodologia na defesa do ambiente e, obviamente, da seriedade com que se vinha tratando a questão ambiental. Surge, a partir daí, um verdadeiro terrorismo pautado por falsas causas sem amparo científico e alarmismos, mas com muito, muito dinheiro. De uma hora para outra se criou todo tipo de ONGs ambientalistas pautadas por organismos internacionais como a ONU que todos sabemos estar recheada de comunistas, porém usando nomes mais singelos como progressistas, socialistas, sociais-democratas, entre outros.
Qualquer pessoa no uso de suas faculdades mentais é a favor de cuidar do ambiente. Proteger a natureza é nossa obrigação por sermos a única espécie do planeta dotada raciocínio lógico, com inteligência capaz de produzir, criar, pesquisar, entender e explicar fatos a nossa volta; sejam fatos de natureza científica, sejam fatos sociológicos, sejam fatos que buscam compreender a natureza humana nas suas formas mais diversas através da Psicologia e da Filosofia. Para entendermos o ambientalismo é preciso partir da Biologia.
A Biologia é a ciência que estuda a vida. É uma palavra formada pelos termos gregos “bios” (vida) e “logos” (estudo) sendo uma ciência natural que estuda a origem e as características dos seres vivos e suas interações com o meio ambiente nos seus aspectos físicos, químicos ou físico-químicos (substâncias inorgânicas, componentes orgânicos, clima, PH, temperatura, luz, oxigênio e outros gases, humidade, solo).
A Biologia possui vários ramos de estudo, pois a complexidade da vida é imensa sendo preciso dividir em muitas áreas para melhor compreender e explicar essa complexidade. Temos a Citologia (estudo da célula); a Botânica (estudo dos vegetais); a Zoologia (estudo dos animais); a Taxonomia (classificação dos seres vivos de forma ordenada e sistemática); a Genética (estudo da hereditariedade) entre tantas outras áreas. A Ecologia é o ramo da Biologia responsável pelo estudo das relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem, bem como a influência que um exerce sobre o outro. É a partir da Ecologia que começamos a compreender a necessidade de mantermos o equilíbrio na natureza, buscando formas de protegê-la, pois dela também fazemos parte. Na Ecologia Humana busca-se o estudo científico das relações entre os homens e o meio ambiente, incluindo as condições naturais, as interações e os aspectos econômicos, psicológicos, sociais e culturais. A partir desse pequeno resumo sobre a Ecologia já é possível compreender os motivos que levaram os comunistas (marxistas) a tomarem o ambientalismo de assalto; bem como usar de terrorismo ambiental para subjugar a humanidade a um poder sobre o qual ela não sabe lidar. Somos bombardeados todos os dias com filmes, documentários, músicas, reportagens diversas a serviço desse terrorismo, trazendo informações apocalípticas do fim do mundo através dos abusos com o meio ambiente. Diante disso, inúmeras causas da agenda esquerdista no mundo seguem aceleradas diante do pânico gerado nas pessoas. O Greenpeace, movimento ambientalista fundado em 1971, surgiu da necessidade de colocar as causas ambientais em pauta. No seu início faziam um ativismo ambiental sério e sinceramente comprometido. Porém, nos anos 80, com o prenúncio da queda do modelo soviético, muitos comunistas já se deslocavam para outros movimentos, como os movimentos pacifistas e ambientalistas a fim de manterem suas lutas contra o mundo ocidental. Após a queda do Muro, em 1989, tomaram de assalto esses movimentos ditando as regras através do marxismo. Com o Greenpeace não foi diferente. A ponto de um de seus co-fundadores, Dr, Patrick Moore, sair do movimento após 15 anos por não concordar com a nova metodologia adotada para a causa ambiental. Eis algumas de suas palavras:
“Eles traziam consigo o neo-marxismo e aprendiam a linguagem verde de uma maneira muito astuta para promover um programa que tinha mais a ver com a anti-globalização e o anti-capitalismo que com a ecologia ou a ciência”.
“A outra razão do aparecimento do ecologismo extremo foi que o comunismo mundial havia fracassado. O Muro caia e um mundo de pacifistas e de ativistas políticos se reciclava no movimento ambientalista”.
“Por exemplo, eu deixei Greenpeace no meio de uma campanha que visava proibir o cloro. E eu lhes dizia: ‘mas, rapazes, trata-se de um elemento que está na tabela periódica dos elementos, vocês sabem que eu acho que não está no nosso poder proibir draconianamente um elemento químico’”.
A questão ambiental está sob o controle do movimento comunista mundial e somos manipulados através das mais diversas notícias alarmistas e, com elas, as mais diversas explicações pseudo-científicas. Cientistas sérios foram relegados ao ostracismo e submetidos a todos os tipos de ataques, perdendo recursos financeiros para suas pesquisas por negarem muitas farsas criadas por organizações ambientais que fazem ativismo usando falsos dados científicos, criando outros sem a devida experimentação, gerando pânico nas populações. Seus estudos amparados em pesquisas científicas sérias são abafados nas cátedras, bem como na imprensa mundial, também lotada de marxistas.
Um exemplo do terror ambiental a que estamos submetidos é a farsa do aquecimento global. Cientistas sérios das mais variadas áreas do estudo do clima já cansaram de desmentir essa farsa, mas suas vozes não ecoam, são escondidas. A farsa surge de forma alarmista através do ex-presidente americano do governo Bill Clinton, Al Gore, que lança em 2006 o documentário An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente) sobre mudanças climáticas dando voz aos “cientistas” alarmistas, entre eles, o Dr. James Lovelock que se auto-define como um pesquisador independente ambientalista, considerado o patriarca da tese do Aquecimento Global, bem como é o criador da Hipótese de Gaia que sustenta ser a Terra um super-organismo (Santo Deus! Esse assunto deixo para um próximo texto). A hipótese do Aquecimento Global Antropogênico, na verdade, surge nos anos 70 (73-74) junto com a primeira “crise do petróleo”, pois países como EUA, Inglaterra, Japão e Alemanha que são dependentes da importação de energia gerada por combustíveis fósseis preocuparam-se com o pico de extração; ou seja, se ficariam sem energia no futuro por falta de combustível proveniente do petróleo, portanto num primeiro momento a hipótese levantada é de crise de energia e não crise climática. É a partir dos anos 90 que a relação com o clima ganhou ares de verdade absoluta não adiantando o quanto cientistas sérios rechaçavam e ainda rechaçam essa mentira, mostrando que o CO2 nada tem a ver com o aquecimento do planeta, pois não controla o clima global.
Todos os tipos de alarmismos alicerçados em falsos especialistas se espalharam como pólvora. Do aumento do nível dos oceanos à “certeza” que a Terra fritaria, assaria, cozinharia, publicou-se na imprensa do mundo todo causando pânico diante dessas visões apocalípticas. Pois muito bem, em 2012, anos depois de todo esse terror e como nada do que foi previsto pelos alarmistas do aquecimento global estava acontecendo, o Dr. James Lovelock vem a público, numa entrevista a Ian Johnston da MSNBC, dizer que se enganou, que foi alarmista sobre as mudanças climáticas, que não estamos na iminência de sermos fritados, assados ou cozidos. Palavras dele:
“Extrapolei, fui longe demais. O clima está realizando truques habituais. Não há nada realmente acontecendo ainda. Nós deveríamos estar a meio caminho em direção a um mundo em estado de ‘fritamento’ agora”.
“O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo. Nós achávamos que sabíamos há 20 anos. Isso levou a alguns livros alarmistas — o meu inclusive — porque aquilo parecia claro, mas não aconteceu”.
“O mundo não aqueceu desde o começo do milênio. A temperatura se mantém constante”.
Mesmo assim, ainda hoje se estuda a farsa do aquecimento global nas salas-de-aula do Brasil e do mundo a fora. Livros são publicados sobre o assunto e a imprensa mundial continua alimentando a farsa. Uma coisa é certa, Al Gore nunca acreditou no aquecimento global e nem que as águas dos oceanos subiriam, pois comprou uma mansão, em 2010, de US$ 9 milhões na Califórnia ao nível do mar. Pois é, ao nível do mar.
Além do Aquecimento Global, já surgiram outros alarmismos, como: Faltará água no planeta (sabe Deus como!); Faltará comida no planeta, pois o mundo está super-populoso, entre outras. Fato é que todo esse terror ambiental surge para pautar as causas do movimento comunista na conquista do poder global. Muitos acreditam, inclusive, que é uma forma de impedir que países atrasados que vivem na mais absoluta miséria (caso de países africanos), possam se desenvolver, vivendo presos a políticas que sustentam o discurso socialista de acabar com a pobreza mundial. A partir dessas causas apocalípticas a agenda de controle vai aumentando e políticas que nem imaginávamos admitir, como o aborto, a forte intervenção do Estado nas nossas vidas através de leis cada vez mais restritivas, por exemplo, passamos a aceitar. Tudo para evitar uma suposta grande catástrofe ecológica.
O maravilhoso livro “Psicose Ambientalista”, escrito por Dom Bertrand de Orleans e Bragança, mostra, no capítulo V, a verdadeira face do ambientalismo ideológico com declarações de ambientalistas famosos, alguns Chefes de Estado. Segue algumas dessas declarações:
“Se quisermos salvar a Terra e a humanidade, não temos outra alternativa a não ser acabar com o sistema capitalista”. (Evo Morales, Presidente da Bolívia).
“Os criadores de suínos em grande escala são uma ameaça maior para os EUA e para a democracia americana do que Osama Bin-Laden e sua rede terrorista”. ( Robert F. Kennedy Jr).
“Obama está inaugurando um novo rumo histórico, reorientando a economia de consumo privado para o investimento público. A ideologia do livre mercado é um anacronismo na era da mudança climática”. (Jeffrey Sachs, Diretor do The Earth Institute).
“A resposta ao aquecimento global é a abolição da propriedade privada. Um mundo socialista daria uma prioridade enorme às fontes de energia alternativas. Isto é o que os socialistas voltados para ecologia estão agora explorando detidamente”. (Louis Proyect, Universidade Columbia)
“Não tem importância se a nossa ciência é falsa, há benefícios ambientais colaterais. A mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo”. (Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá).
Certa vez um conservador perguntou como, sabendo tudo o que sabemos sobre o controle das políticas ambientais nas mãos dos comunistas, devemos agir. Respondo: Temos que desmascará-los.
É claro que devemos cuidar do ambiente. A consciência que fazemos parte da natureza e, portanto, nos relacionamos entre nós mesmos e com outras espécies, bem como interagimos com os elementos físico-químicos do ambiente, nos faz sentir a responsabilidade à nossa volta. Porém, é preciso ter prudência (palavra mágica dos conservadores). É preciso frear esses alarmismos trazendo à cena cientistas sérios que sofrem perseguições dos terroristas ambientais a fim de acontecer o debate necessário evitando o terror e políticas que nada tem a ver com a proteção ao meio ambiente, mas sim com projetos de poder onde mais uma vez o controle abusivo e total via Estado acontece.
É possível nos desenvolvermos como sociedade sem prejudicar o meio, causando o mínimo de impacto ambiental. Precisamos acabar com a farsa, mostrar quem eles realmente são e quais são seus verdadeiros objetivos. Fato é que existe toda uma indústria que ganha rios de dinheiro usando o ambientalismo como vitrine e assim continuam a sustentar causas que na verdade inventaram ou jamais quiseram resolver. O caos é a linguagem dessa gente. Se derrubarmos o falso caos que eles criam para ter mais e mais poder, eles perdem. Portanto, repito, temos que desmascará-los sempre.
As pessoas precisam compreender que a cor do comunismo mudou. A nova cor do comunismo é verde.
Carla Roberta Souza Pola, Bióloga, CRBio 101673/03-D.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s