Arquivo diário: 19 de maio de 2016

Terror Ambiental, o que os conservadores precisam saber. PARTIDO CONSERVADOR

Corria o ano de 1989, no dia 9 de novembro cai o maior símbolo do Comunismo (Socialismo) mundial: O Muro de Berlim. Durante anos o muro foi o símbolo da divisão do mundo entre socialistas e capitalistas (1961-1989), trazendo com ele milhares de mortes.

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Quebra de safra de milho no Centro-Oeste exige revisão de contratos e gera temores

Muitos produtores de Mato Grosso e Goiás, dois Estados do Centro-Oeste que tinham previsão de colher cerca de metade da safra de milho brasileira, serão forçados a renegociar contratos de venda antecipada com compradores porque não terão o produto para entregar após uma quebra acentuada da colheita esperada. A avaliação de especialistas do setor foi feita em um cenário de dúvida sobre o que vai acontecer com o mercado semanas antes de começar a colheita da maior safra de milho nacional, que também terá perdas em Estados como Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Continuar lendo Quebra de safra de milho no Centro-Oeste exige revisão de contratos e gera temores

Blairo Maggi diz que Conab fará novos leilões de milho

Brasília, DF, 18 de Maio de 2016 –

O novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse ontem que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai vender mais milho de seus estoques para minimizar a alta dos preços do cereal no mercado doméstico, que encareceu a produção de carnes suína e de frango pelas indústrias do país. O volume de milho a ser ofertado, porém, ainda não foi definido.

As indústrias processadoras de aves e suínos vêm se queixando desde o início do ano dos preços elevados do milho, que é o principal ingrediente da ração animal. Em 2016, as exportações de milho vêm batendo seguidos recordes, afetando o abastecimento no mercado doméstico. Diante disso, indústrias como JBS e BRF tiveram de importar milho da Argentina e do Paraguai, o que é incomum.

As indústrias processadoras de aves e suínos vêm se queixando desde o início do ano dos preços elevados do milho, que é o principal ingrediente da ração animal. Em 2016, as exportações de milho vêm batendo seguidos recordes, afetando o abastecimento no mercado doméstico. Diante disso, indústrias como JBS e BRF tiveram de importar milho da Argentina e do Paraguai, o que é incomum.

Para tentar agilizar essas operações de comercialização dos estoques de milho da Conab, Blairo Maggi sinalizou que pretende desburocratizar ou até mesmo acabar com o Conselho.

Interministerial de Estoques Públicos de Alimentos (Ciep). Cabe a esse órgão do governo, formado por cinco ministérios, aprovar transações de compra e venda de produtos agropecuários armazenados pela autarquia.

Ao longo deste ano, a Conab já vendeu aproximadamente 500 mil toneladas de milho de seus estoques por meio de leilões no intuito de limitar a alta do cereal.

“Existe esse comitê no meio, que tem que dar palpite sobre esse assunto. Inclusive, quero conversar com a Casa Civil para ver se a gente consegue tirar fora esses penduricalhos. É muita gente para falar”, disse o ministro, após sair de reunião com deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Em crítica à composição do Ciep, o ministro também afirmou que, entre os ministérios que integram o conselho, “não tem gente com conhecimento, demoram para dar decisão, muitas vezes dão decisão puramente financista, e estamos aqui tratando da alimentação do povo brasileiro”.

De acordo com Maggi, a preocupação com o abastecimento de milho também se estende para 2017. “É uma preocupação já para o ano que vem porque esta safra [de milho] agora não é grande. Então o estoque de passagem deste ano para o ano que vem é um pouco preocupante”, acrescentou.

Na segunda-feira, o ministro da Agricultura recebeu cooperativas do setor de carnes da região Sul, que lhe relataram ter estoques de milho para apenas 10 dias e sinalizaram com mais aumentos para as carnes de frango e suína e seus produtos derivados.

Sobre o Plano Safra 2016/17, Maggi demonstrou que manterá as principais regras apresentadas, incluindo novos valores de taxas de juros para as linhas de crédito e mesmo o volume de recursos. Mas ponderou que “se alguma coisinha parecer que esteja fora do seu quadrado”, poderá ser arrumada. É um plano insuficiente, mas é o que temos para ajudar neste momento”.

O plano foi lançado pela então ministra Kátia Abreu e pela agora presidente afastada Dilma Roussef no dia 4 de maio. Foram anunciados recursos totais de R$ 202,8 bilhões para a agricultura empresarial, 8% acima do ofertado no ciclo 2015/16 (R$ 187,7 bilhões).

Maggi também confirmou ontem que o ex-ministro da Agricultura, Neri Geller, será nomeado em breve secretário de política agrícola do ministério. Antecessor da ministra Kátia Abreu, Geller já está trabalhando.

O novo ministro também elencou algumas prioridades à frente do ministério: manter a política de abertura de mercados internacionais para produtos do agronegócio brasileiro e tentar elevar a oferta de defensivos em detrimento de “oligopólios e até monopólios” de fabricantes de defensivos agrícolas.

(Valor Econômico) (Cristiano Zaia)

 

VBP da avicultura sinaliza recuo em relação a 2015

Campinas, 18 de Maio de 2016 – O valor bruto da produção (VBP) do frango em 2016 tende a resultados inversos aos registrados em 2015, quando aumentou mais de 4%.

Pelas mais recentes projeções da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura deve ficar pouco acima de R$50,4 bilhões, o que, em valores deflacionados pelo IGP-DI de abril passado, representa queda de 2,83% em relação ao VBP de 2015.

As previsões para o ovo – cujo VBP aumentou apenas 0,6% em 2015 – não são muito diferentes, ainda que o índice de redução previsto seja menor. A valores atuais, o VBP estimado tende a ficar muito próximo de R$12 bilhões, recuando 2,11% em relação ao ano passado.

A previsão de perda, porém, não está limitada ao frango e ao ovo, pode atingir toda a produção animal, dela não escapando nem mesmo o boi. E a redução maior deve atingir suínos e leite, cujos VBPs, pelas condições atuais, podem recuar perto de 11%.

(AviSite) (Redação)

Valor da produção agropecuária é R$ 508,4 bilhões em 2016

 

 

 

Lavouras representam R$ 332,5 bilhões, e a pecuária, R$ 175,9 bi.
Brasília, DF, 17 de Maio de 2016 – O valor bruto da produção agropecuária (VBP) previsto para 2016 é estimado em R$ 508,4 bilhões. As lavouras representam R$ 332,5 bilhões, e a pecuária, R$ 175,9 bilhões. O Mato Grosso lidera o ranking entre as unidades da Federação, com R$ 71,8 bi neste ano. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

De acordo com a SPA, o valor bruto da produção é referente a abril e se situa 1,5 % abaixo do resultado de 2015, de R$ 516,0 bilhões. As lavouras tiveram queda de 0 ,2 % e a pecuária, 3,9 %. No caso das lavouras, um dos principais fatores determinantes do desempenho foi a redução da estimativa da safra neste ano em relação a 2015.

A retração pode ser observada pelas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Mapa, para a safra de grãos, que passou de 207,67 milhões de toneladas em 2015 para 202,34 milhões este ano. Seca e excesso de chuva atingiram lavouras importantes, como algodão, arroz, soja e milho, e contribuíram para esse resultado.

No entanto, vários produtos se destacam pelo crescimento do faturamento este ano. Os principais aumentos podem ser observados na banana (+22,3 %); batata-inglesa (+14,5%); café (+15,7%); feijão (+7,9 %); milho (+6,7%); soja (+3,7%); trigo (+9,9%); maçã (+10,9%). Esse grupo de produtos representa 67% do VBP das lavouras.

Alguns produtos vêm apresentando redução de faturamento neste ano. São eles: algodão (-8,2%); arroz (-10,6 %); cebola (-8,0 %); fumo (-26,5%); laranja (-13,2%); mandioca (-13,3 %); tomate (-47,6%); e uva (-17,7%).

Ainda segundo a SPA, os preços dos produtos agrícolas em níveis mais elevados que no passado, como em soja, milho, algodão e café conilon, evitaram quedas mais acentuadas do faturamento de diversos produtos que tiveram queda da expectativa de produção.

Carnes, leite e ovos

A pecuária apresenta valor da produção menor do que no ano passado. Isso se deve a reduções dos valores de produção de todos os itens desse segmento – carne bovina, carne de frango, carne suína, leite e ovos.

Os resultados do VBP regional continuam mostrando a liderança da região Sul, com R$ 146,2 bilhões, seguida do Centro-Oeste, com R$ 141,9 bilhões. O Sudeste aparece na terceira posição, com R$ 133,9 bilhões. O Nordeste, R$ 47,3 bilhões, ficou em lugar, e Norte, com R$ 29,6 bilhões, em quinto.

Por estado, Mato Grosso aparece em primeiro lugar, com faturamento equivalente a 14,2 % do total do país. As lavouras, lideradas pela soja, milho e algodão, representam 80% do valor da produção do estado.

O valor bruto da produção agropecuária foi calculado com base nas estimativas de safras divulgadas na semana passada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Mapa, e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

(Mapa) (Assessoria de Imprensa )

Fonte: Avisite