Arquivo mensal: setembro 2014

Marina Silva

“Vamos fazer com que o Brasil volte a crescer. Boa parte do capital que o Brasil precisa não é tangível, e intangível, é confiança, credibilidade, respeito ao contrato, criar ambiente que favoreça os investidores a voltar a investir no Brasil”. Eis ai Marina e seu “programa de governo”. Ah, a intangibilidade do ser, a economicidade da espiritualidade, e meu espanto perante a dùvida, será que gnomos existem? Ou será que confiança, credibilidade e respeito aos contratos ( que ao fim significam a mesma coisa ),
não serão antes coisas que dão valor ao capital? E o próprio capital não cria ambientes que favorecem o investidor? O que mudarà amigos? Teremos portos intangíveis, estradas intangíveis, ferrovias intangíveis, escolas intangíveis, esse não è o mundo de Dilma Roussef? Adiante, Marina também voltou a criticar o que chamou de “uso político dos bancos públicos”, acrescentando que manterá finalidade social dessas instituições e os investimentos “corretos”, para setores como a agricultura e para programas como o Minha Casa, Minha Vida.
“O que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e dar para meia dúzia de empresários, falidos uma parte deles… Nós vamos parar com o mau uso, o uso político dos bancos públicos não queremos mais.”
È mesmo Marina Silva?! A Senhora vai “dar” dinheiro pùblico à agricultura familiar, ao minha casa minha vida, e outros tantos e isso não será uso político dos bancos? Para que será que serve um banco pùblico? Para usos de “finalidade social”? Para que o governo determine quais serão os investimentos corretos? O que muda? Respondo, os beneficiários e somente isso. Ah! A intangibilidade das coisas intangíveis!

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